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Aos jogadores de futebol do Sociedade Esportiva
Ypiranga Futebol Clube – Santa Cruz do Capibaribe – PE
Circular n.º 01
Anápolis, 23 de janeiro de 2012
Prezados, joguem futebol sem se esquecerem de se
prepararem para a “viagem” à eternidade; mais cedo ou
mais tarde a morte chegará: “Quer
pensemos na morte quer não; quer nos preocupemos com ela quer a
esqueçamos, quer nos preparemos para ela ou não a tomemos em
consideração, o Senhor há de bater-nos à porta, quando menos o
pensarmos” (Monsenhor Tihamer Tóth).
Milhares de atletas vivem como se fossem imortais.
Caminham longe de Deus amontoando pecados sobre pecados. Grande
estupidez! Infeliz daquele jogador que não vive preparado para o
encontro com Deus.
Lembrem-se, caríssimos, de que a vida é breve... a
mesma passa como um relâmpago... também para o atleta:
“Em vossa ira se consomem
nossos dias, como um sopro se acabam nossos anos. Pode durar setenta
anos nossa vida, os mais fortes talvez cheguem a oitenta; a maior
parte é ilusão e sofrimento: passam depressa e também nós assim
passamos” (Sl 89, 9-10).
Feliz do jogador de
futebol que teme a Deus e que vive no caminho da santidade... Esse é
justo e morrerá tranquilo; porque Deus não abandona aquele que O
respeitou durante essa vida.
Em Sabedoria 3, 1-2 diz:
“As almas dos justos estão nas mãos de Deus e
não os tocará o tormento da morte. Pareceu, aos olhos dos
insensatos, que morriam, mas elas estão na paz”.
Parece aos olhos dos insensatos que os servos de Deus morrem na
aflição e contra sua vontade, do mesmo modo como os mundanos. Mas
não é assim, porque Deus bem sabe consolar os seus filhos no
derradeiro transe e comunicar-lhes, mesmo entre as dores da morte,
maravilhosa doçura, como antecipado sabor da glória que brevemente
lhes dá de outorgar. Assim como os que morrem em pecado começam já a
sentir no leito mortuário algo das penas do inferno pelo remorso,
pelo terror e pelo desespero; os justos, ao contrário, com seus atos
frequentíssimos de amor a Deus, seus desejos e esperanças de gozar a
presença do Senhor, já antes de morrerem começam a desfrutar aquela
santa paz que depois gozarão plenamente no céu. A morte dos Santos
não é castigo, mas sim, recompensa. A morte daquele que ama a
Deus não é morte, mas sono; de sorte que bem poderá exclamar:
“Dormirei e repousarei na paz do
Senhor”
(Sl 4, 9)
(cfr.
Santo
Afonso Maria de Ligório, Preparação para a morte).
Envio-lhes um
questionário sobre Jesus
Cristo: conheça, ame e sirva o Mestre.
Eu vos abençôo e vos guardo no Santíssimo Coração de
Cristo Jesus.
Atenciosamente,
Pe. Divino Antônio Lopes FP.
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