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Aos jogadores de futebol da Associação Atlética
Portuguesa – Santos – SP
Circular n.º 01
Anápolis, 06 setembro de 2011
Caríssimos, joguem futebol com dedicação e
entusiasmo, mas trabalhem com afinco para salvarem suas almas
imortais: “Se Deus nos deu uma alma, é
para que façamos alguma coisa com ela... Podemos fazer com ela o que
quisermos: deixá-la branca como a neve ou negra como o carvão”
(Pe. Ronald Knox).
Não existe algo mais precioso do que uma alma; ela é
mais preciosa do que todas as riquezas da terra... vale mais do que
todo o ouro e toda a prata: “Nada há de
mais precioso que uma alma!”
(São João Crisóstomo);
e salvá-la é a coisa mais importante: “A questão mais importante que possa haver no mundo é a salvação de uma
alma” (São Vicente
Palloti).
Disse Jesus Cristo:
“Que aproveita ao homem
ganhar o mundo inteiro se ele vier a perder a alma?”
(Mt 16, 26).
Esse trecho da Palavra de Deus vale também para o
jogador de futebol.
De que adianta um atleta ser famoso, rico,
aplaudido pelos torcedores... se não soube salvar a sua
alma? De que adiantou o mesmo ganhar tantos títulos e medalhas se
não soube trabalhar para conquistar o Céu?
O jogador de futebol deve trazer sempre diante de
seus olhos essas palavras ditas por Cristo Jesus: “Que
aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro se ele vier a perder a
alma?”
Não foram palavras que
saíram da boca de uma criatura; mas sim, saíram da boca de um Deus.
Está claro que não vale a pena fazer tantos sacrifícios para
alcançar as glórias do mundo.
Olhando para as coisas da
terra, dizia São Luiz Gonzaga:
“Que serve isto para a minha
eternidade?”
Santo Estanislau Kostka
também dizia:
“Eu nasci para as coisas do alto”.
O atleta deve saber
conciliar o esporte e a vida espiritual. O mesmo não pode se
preocupar tanto com o esporte ao ponto de virar as costas para Deus.
Prezados, não deixem que o
mundo atrapalhe a união de vocês com o Deus Eterno.
Leiam todos os dias um
trecho da Sagrada Escritura.
Rezo por vocês e
familiares.
Eu vos abençôo e vos
guardo no Coração Santíssimo de Cristo Jesus.
Atenciosamente,
Pe. Divino Antônio Lopes
FP.
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