|
Mc 16,15: “E disse-lhes: ‘Ide por
todo o mundo, proclamai o Evangelho a toda criatura’”.
Não basta evangelizar os de casa; o Senhor quer que
evangelizemos nas escolas, ruas, locais de trabalho… nas esquinas, através
dos meios de comunicação. Ele disse: “… por todo
o mundo…” Nenhuma barreira pode
nos deter! Aquele que não evangeliza joga a vida fora e prestará contas a
Deus na hora do julgamento. Não podemos ser apáticos nem preguiçosos!
“Ide, pois, ensinai todas as nações (…) Eu estarei
convosco todos os dias, até o fim do mundo (Mt 28,18-20; cf Mc 16,15-18; Lc
24,46-49; Jo 20,21-23)” (São João Paulo II, Carta
Encíclica Redemptoris Missio, 22).
Quem ama não fica parado; mas sim, trabalha até “doer”
para a glória de Deus e pelo bem das almas.
A Igreja Católica está cheia de “católicos Groelândia”:
frios, gélidos e “inóspitos”.
Jesus Cristo, nosso Deus e Salvador, envia os seus ao mundo,
como o Pai o enviou! Nenhum batizado na Santa Igreja pode ficar indiferente,
de braços cruzados e na “poltronice”… todos devem missionar com fé,
alegria, força e confiança no Senhor Jesus que exige esse trabalho:
“Nenhum crente, nenhuma instituição da Igreja pode
esquivar-se deste dever supremo: anunciar Cristo a todos os povos”
(São João Paulo II, Carta Encíclica Redemptoris Missio, 3).
Milhões de pessoas batizadas na Igreja tapam os ouvidos para
o convite de Jesus Cristo e de sua Esposa: “Ide
por todo o mundo, proclamai o Evangelho a toda criatura”
(Mc 16,15); mas escancaram o coração e a vida para o convite
do mundo: “Ide ao carnaval, aos bares, clubes de danças, prostíbulos,
praias e pontos de drogas”. Essa não é a vocação do católico… Deus não o
criou para isso, para viver nas trevas; mas sim, para ser luz do mundo, sal
que salga e figueira frutífera.
Pe. Divino Antônio Lopes FP(C)
Anápolis, 01 de fevereiro de 2026
|