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Mc 16,15: “E disse-lhes: ‘Ide por
todo o mundo, proclamai o Evangelho a toda criatura’”.
O Evangelho não pode ser proclamado somente na casa ao lado…
no bairro de uma cidade… numa cidade ou vila… num país… mas sim, no mundo
inteiro e a toda criatura: “… todas as nações…”
(Mt 28,19), e: “…
pelo mundo inteiro, a toda a criatura…”
(Mc 16,15), e também:
“… todos os povos…” (Lc 24,47),
e ainda: “… até aos confins do mundo…”
(At 1,8).
A Palavra de Deus não pode ficar presa, amarrada e algemada…
ela deve ser pregada pelo mundo inteiro… sem medo e sem respeito humano.
Aquele que se envergonhar de pregar a Palavra de Deus corre grande risco de
se perder eternamente.
Não somos católicos para servir ao demônio, ao mundo e à
carne; mas sim, para sermos missionários… para sermos escravos de Deus, para
consumirmos para a glória do Criador e pela salvação das almas:
“O missionário é impelido pelo ‘zelo das almas’, que
se inspira na própria caridade de Cristo, feita de atenção, ternura,
compaixão, acolhimento, disponibilidade e empenho pelos problemas da gente”
(São João Paulo II, Carta Encíclica Redemptoris Missio, 89).
Aquele que não ama a Jesus Cristo e as almas espirituais e
imortais, permanece preso no seu egoísmo e torna-se escravo da “poltronice”.
Para ser um missionário autêntico é preciso imitar a Jesus
Cristo… o grande missionário! A vida do Salvador nos convida a trabalhar
pela salvação das almas até “doer”.
O Senhor disse: “Ide por todo o
mundo…” Ele exige que arranquemos
do coração a preguiça, comodismo e desejo de vida fácil e cômoda. Quer que
confiemos na sua ajuda! “… nesta tarefa, não
ficarão sozinhos, mas receberão a força e os meios para desenvolver a sua
missão” (São João Paulo II, Carta Encíclica Redemptoris
Missio, 23), e: “Eles, partindo,
foram pregar por toda a parte, e o Senhor cooperava com eles”
(Mc 16,20).
O missionário deve seguir, com fidelidade, os passos de Jesus
Cristo, o grande missionário… o Senhor que deu a vida pelas ovelhas… pelas
almas. Aquele que desviar os olhos do exemplo do Salvador será um
fracassado.
Pe. Divino Antônio Lopes FP(C)
Anápolis, 15 de fevereiro de 2026
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